Empilhadeiras a combustão: o que você precisa saber

Existem diversos equipamentos que podem auxiliar no processo de logística e armazenagem e, entre eles, existem as empilhadeiras. Desenvolvidas para otimizar esses processos, elas são responsáveis pelo transporte e locomoção de cargas pesadas. Dependendo se sua necessidade ou demanda, existem diversos modelos e tipos, como por exemplo, a empilhadeiras a combustão.

Nesse texto, iremos falar sobre esse tipo de empilhadeira, quais suas aplicações e em quais aspectos ela se destaca entre os outros modelos de equipamento.
Sobre a empilhadeira a combustão

As empilhadeiras a combustão são equipamentos que possuem força motriz própria, ativado pelo seu motor. Esses equipamentos são recomendados em locais como pátios e galpões, tendo em vista que eles suportam cargas mais pesadas em comparação às demais empilhadeiras.

Existem diversos tipos de empilhadeiras a combustão, que se diferenciam pela forma de funcionamento do motor. Consequentemente, variam de acordo com o combustível utilizado. São elas:
empilhadeiras a combustão

Empilhadeira a gás ou GLP: como o próprio nome sugere, estas utilizam o gás como matéria-prima para mobilizar acionar o motor. Elas se destacam pela sua menor emissão de gases poluentes em relação às demais. Isso faz com que sua utilização em locais fechados seja permitida, desde que haja ventilação.

O fato de este equipamento utilizar gás como combustível faz com que ele tenha mais produtividade, vida útil de trabalho e até mesmo autonomia.

Empilhadeira a diesel: Assim como as empilhadeiras a gás, possuem uma alta autonomia, produtividade e vida útil longa. Porém, sua utilização é extremamente recomendada em ambientes externos, devido ao alto nível de gases tóxicos, o que pode prejudicar a saúde de quem trabalha com esse equipamento e de terceiros.

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Paradas para manutenção em excesso? Descubra qual é a hora de trocar de empilhadeira

Como descobrir qual é a hora de trocar de empilhadeira

Existem situações comuns no dia a dia de trabalho do setor de manutenção que podem indicar qual é a hora de trocar de empilhadeira. Ao passo que essas reflexões permitem avaliar o melhor uso de peças, acessórios e máquinas. Veja!
Uso incorreto dos equipamentos

Um dos motivos que podem estar levando o seu maquinário a ter um tempo de manutenção menos espaçado do que se espera é o uso incorreto dele com base nas informações dos fabricantes.

Os operadores de empilhadeiras passam pelos cursos NR (das Normas Regulamentadoras), os quais contam com teorias e práticas que vão dar ao profissional uma capacitação técnica para atuar no mercado das empilhadeiras.

É importante descobrir se os seus operadores estão habilitados a executarem tais ações porque se não tiverem, então, essa pode não ser a hora certa de trocar de equipamento, mas sim de investir na capacitação deles.
Operação logística da empresa

Cada operação logística tem uma necessidade, como o uso de máquinas específicas. As variações dependem das demandas, como a dimensão das cargas que serão transportadas e o peso delas.

Outra variável pode acontecer a partir do uso interno ou externo dos equipamentos logísticos. Neste caso, a roda da empilhadeira pode se alterar dependendo do piso, por exemplo.

O mais importante é observar que o objetivo tem que ser o de conectar as necessidades da operação com as melhores soluções.

Assim, a escolha de uma empilhadeira elétrica pensando apenas no custo pode ser um dos erros mais graves de um gerente de manutenção. O ideal é considerar as dimensões e o peso suportado por essa máquina, além de outros detalhes.
Tipo de empilhadeira para a sua empresa

Outro erro que pode indicar qual é a hora de trocar de empilhadeira tem a ver justamente com a escolha desse tipo de equipamento tão importante para a logística de muitas empresas.

Sabia que eles são divididos em classes? Além disso, há uma grande diferença entre os modelos à combustão e os elétricos.

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Tipo de roda influencia na capacidade residual da empilhadeira: Entenda!

Entenda o que é capacidade residual da empilhadeira

Antes de falarmos do tipo de roda, o ideal é entendermos o conceito de capacidade residual da empilhadeira. A definição é a seguinte: o máximo de carga que um equipamento pode transportar e/ou elevar com segurança.

Ou seja, não é apenas sobre a força do maquinário – porque isso é chamado de capacidade nominal. O residual tem a ver com o máximo suportado, o que pode ser alterado a partir dos desafios da operação.

Toda movimentação logística tem que acontecer sem riscos para operadores e outros profissionais do setor. Dessa forma, a capacidade residual pode mudar dependendo das características das mercadorias e da disposição delas.

Para que se chegue ao valor dessa capacidade, vários testes internacionais devem ser feitos, como na estabilidade do maquinário. Logo, não é preciso calcular porque os gráficos são disponibilizados pelos fornecedores.

Com base na norma ISO 22915, os fornecedores devem simular diferentes condições de operação de modo que se verifique os limites máximos de altura e elevação. Nas empresas, os operadores devem respeitar esses limites.

Algumas características das cargas e do equipamento são determinantes para que se chegue ao valor recomendado da capacidade. Para entender isso, precisamos falar de outra teoria: o centro de gravidade.
A explicação sobre o centro de gravidade

Quando se inicia o processo de elevação de cargas, o centro de gravidade do equipamento se desloca e jamais deve passar do ponto de equilíbrio – se não, a empilhadeira vai tombar. Os físicos chamam isso de efeito alavanca.

O que acontece é que a força gravitacional puxa o palete para baixo e ganha mais força a cada milímetro que a carga sai do chão. Por isso, as empilhadeiras não conseguem manter a sua capacidade nominal na altura máxima de seus garfos.

Uma empilhadeira com capacidade nominal de 4.000 kgs pode suportar apenas 2.000 kgs quando a sua carga é levantada. Essa mudança é explicada porque temos que considerar a capacidade residual dela e não somente a nominal.

Logo, um profissional que não se atenta a esse detalhe pode fazer com que uma empilhadeira de 2.500 kgs tombe frontalmente ao levantar apenas 1.000 kgs. E sabemos o motivo: a relação do centro da carga com a altura de elevação.

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